quarta-feira, 9 de outubro de 2013

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

RAMMSTEIN


Um pouco da história

A banda alemã Rammstein foi fundada pelo guitarrista Richard Z. Kruspe. Em 1989, Richard fugiu da Alemanha Oriental devido a um fato ocorrido em 10 de Outubro, antes da queda do Muro de Berlim. Ele conta que estava indo até o metrô quando de repente encontrou-se no meio de uma manifestação política, foi atingido na cabeça e preso por seis dias. Quando saiu, decidiu deixar a Alemanha Oriental. Como naquela época não se podia fazer isso,  ele entrou na Alemanha Ocidental através da Checoslováquia, retornando somente quando o muro caiu. Sua primeira banda, formada em 1993, chamava-se Orgasm Death Gimmicks. Naquela época, ele era muito influenciado pela música americana. Mas foi quando mudou-se de volta para casa em Schwerin que tudo começou, lá Till Lindemann trabalhava e tocava bateria numa banda chamada First Arsch. 





Nessa época, Richard morava com Oliver Riedel (da banda The Inchtabokatables) e Christoph Doom Schneider (do Die Firma). 



Richard então percebeu que a música que ele fazia antes não era a certa para ele, imaginava algo com máquinas e guitarras pesadas. Foi quando os três começaram a trabalhar juntos em um novo projeto. Como era difícil escrever a música e as letras ao mesmo tempo, Richard conseguiu que Till se juntasse a eles, já que muitas vezes o tinha ouvido cantar enquanto trabalhava. 

Em 1994, foi anunciado um concurso para novas bandas e o prêmio era tempo em estúdio. Os quatro gravaram o primeiro demo do Rammstein, que continha «Das alte Leid», «Seemann», «Weißes Fleisch» e «Rammstein», e venceram. Essa vitória parece que chamou a atenção de Paul Landers, que já conhecia todos eles e quis saber o que estavam fazendo. Ouviu e quis participar. Nesse ponto, tudo que eles precisavam para ter o som mecânico que queriam era um tecladista. Então convidaram Christian “Flake” Lorenz para se juntar a eles, uma vez que ele já havia tocado com Paul na banda Feeling B. Flake não ficou totalmente empolgado com a idéia a princípio e não queria participar por muito tempo, mas acabou aceitando.


Na época em que a banda foi formada, todos eles tinham problemas nos relacionamentos, o que deu a base para seu álbum de estréia Herzeleid (Dor no Coração) em 1995 que foi gravado em Hamburgo em meio a muitas brigas internas, já que foram seis cabeças tentando impor idéias próprias. O resultado é Herzeleid, um disco em que o Rammstein apresenta suas características principais : metal e eletrônico em uma simbiose difícil de ser conseguida, ainda que em alguns momentos a balança pese mais para o metal, com direito a solos de guitarra furiosos (Weisses Fleich e Das Alte Leid).

Destaque para a faixa Rammsten, em que a letra em que simulam os sons de um acidente aéreo ( no caso, ocorrido na cidade de Ramstein, há cerca de 10 anos, em que morreram dezenas de pessoas), enquanto a letra descreve por breves imagens os resultados do desastre.
A capa de Herzeleid despertou acusações de uma suposto arianismo defendido pela banda – justo o Rammstein, que nunca gravou uma linha nem pronunciou nenhuma palavra sobre política. A foto traz os seis integrantes de torso nu, à frente de um girassol que se abre (uma nova raça nascente perguntaram jornalistas afoitos). Além disso, a pronúncia estilizada de Lindemann (com rr dobrados, tal qual Hitler), mais o clip de "Stripped" (cover do Depeche Mode, disponível em single e no álbum-tributo For the Masses), com imagens de atletas da época nazista, atiçaram a mídia alemã, mas tal acusação é infundada – e os músicos não ligam a mínima.
Por outro lado, ao enviar o Cd para o diretor David Linch, com a proposta de gravar um clip, a banda teve a grata surpresa de terem incluídas duas de suas faixas na trilha sonora do filme do diretor, Lost Highway (Heirate Mich e Rammstein). Participou também de trilha sonora a música Du Hast, do segundo álbum, Sehnsucht, de 1997.

Sehnsucht, gravado na Ilha de Malta em clima de tranqüilidade, rendeu uma turnê de quase dois anos. É disco que desenvolve muito bem algumas das propostas sugeridas em Herzeleid, tornando a mistura entre metal e eletrônico muito coesa, dosando ambas as influências, inclusive a faixa Du Hast foi incluída na trilha sonora do filme The Matrix, além de render à banda uma indicação ao Grammy em 99 como melhor performance de metal (quem levou foi o Metallica).
Sehnsucht, foi lançado enquanto a banda se apresentava pela Europa com públicos que variavam entre 10 mil e 30 mil espectadores. Assim que estreou, alcançou o primeiro lugar nas paradas alemãs e quase o alcançou na Suíça e na Áustria. Em semanas, Sehnsucht disputava de igual para igual posições no ranking europeu com Prodigy, Radiohead e Rolling Stones. Ganhou platina dupla na Alemanha, platina na Suíça e disco de ouro na Áustria, subindo no top 100 da Finlândia, Suécia e Hungria. Também completou uma mini-turnê de estréia pelos EUA, terminando em Los Angeles, explodindo o KDFDM e o Lords of Acid Fans. A excelente performance foi um excelente merchandising, e fez com que bandas como Foo Fighters alterassem as rotas de suas turnês para pegar a estréia da banda em L.A. Foram gravadas versões em inglês para "Engel", número 1 na Alemanha e "Du Hast", também no top 10, que fizeram imenso sucesso nos EUA.
Desde o início, a banda vem consolidando uma parentesco junto a conjuntos industriais, excursionando com os conterrâneos KMFDM, e com o Front 242 e o Clawfinger pela Europa, além da Family Values Tour, encabeçada pelo Korn e o Limp Biskit. Rob Zombie chegou a participar também, mas desistiu logo de cara, devida à má receptividade entre o público (lá o industrial não possui tantos fãs).

O público brasileiro pode conferir o som dos alemães quando abriram a turnê latino-americana do Kiss, em abril de 1999 (SP, RJ e porto Alegre). Como o show de abertura foi pouquíssimo divulgado, e como o som do Rammstein tem pouco a ver com o som do Kiss (apesar de a banda alemã ter recebido o convite do empresário dos quatro maquiados), sobraram críticas à banda. Houve os que gostaram e esse é o objetivo do Rammstein – tocar para diversos tipos de platéia.



Foi essa a premissa que justificou diversos shows na Family Values Tour sem o equipamento pirotécnico, proibido em alguns Estados americanos. Tanta flexibilidade, porém, não se aplica ao set list, posto que os números do show são muito bem planejados, inclusive um que já rendeu uma prisão de um dia para Till Lindemann e Flake.
Na música Bück Dich ("abaixa aí" , em bom português), descreve uma relação sadomasoquista e, no show, é acompanhada por uma simulação de sodomia entre Lindemann e Flake. É um número que impressiona, claro, mas os músicos justificam que fazem isso porque nenhuma outra banda teria coragem de fazê-lo.



Já no ano de 2001 com um público-fã muito mais evoluído de seus outros álbuns a banda alemã acabou sendo selecionada para o Europe Music Awards como melhor performance em shows e como é de praxe a banda executou 2 excelentes apresentações com Ich Will e Sonne, com direito a lança chamas e mascaras que sopram fogo. Vestidos à rigor como soldados alemãos da segunda guerra mundial a banda executou uma turnê internacional do álbum que durou quase 2 anos (como sua turnê antecessora), porém o mais próximo que chegaram do Brasil foi uma apresentação em Buenos Aires, Argentina.
A Banda seguiu então com seu trabalho e depois de ter Feüer Frei e Halleluja como músicas mais reconhecidas por participarem das trilhas sonoras dos filme xXx (Triplo X) e Resident Evil (o primeiro até com aparição da banda em cena) e longas turnês e gravações de clipes pelo mundo todo chegou a hora de lançar mais um álbum. Justamente devido às longas turnês o álbum lançado em 2004 chama-se Reise Reise (Viagem Viagem) que fez muito menos sucesso que os álbuns anteriores mas mesmo assim atingiu os Tops das paradas na Europa com as músicas Mein Teil e Amerika, que por sua vez critica a mídia em relação às influências dos EUA. Mein Teil ainda foi selecionada para trilha sonora de Resident Evil - Apocalypse.
Keine Lust foi o vídeo-clipe de maiores investimentos monetários em maquiagem na Europa e o clipe também foi selecionado para o Europe Music Awards do ano. Em 2005 a banda trabalho no seu mais recente projeto, o álbum Rosenrot. Com turnê programada para 2005 incluindo a América do Sul com shows em São Paulo e Buenos Aires a banda acabou cancelando devido à problemas de saúde de um de seus integrantes. A banda acabou cancelando todas turnês possíveis em 2006 e já trabalhariam em outro projeto. Quanto ao álbum Rosenrot, mais fraco da banda até agora contém músicas que geraram muita pôlemica como Mann Gegen Mann (Homem Contra Homem) que critica a violencia e Te Quiero Puta, cantada em Espanhol que é apenas uma alusão generalizada de várias idéias relacionadas à mulheres e sentimentos.A pirotecnia e o jogo cênico da banda é sua marca registrada. Till Lindemann disse que a banda prefere dar algo nas apresentações que o público não teria somente ouvindo o CD em casa, um intento a fim de recuperar o espetáculo no rock.
Para aqueles que não puderam conferir o show, há o recente "Live aus Berlin", em que o Rammstein mostra toda desenvoltura e é muito bem recepcionado na sua terra natal. Há também a versão em VHS (a censurada, sem Bück Dich, e a adulta, que é a versão americana, com a referida música). E há a versão em DVD, deleite para os fãs, com o show, mais entrevistas com músicos, gravações especiais do palco e trechos de clips. Os arranjos ao vivo dão maior vivacidade às canções, sem grandes modificações em relação às originais.

O Rammstein parece ganhar a simpatia crescente do público, enquanto muitos ouvintes mais conservadores se opõem a essa mistura industrial praticada por várias bandas durante anos 90. O fato é que essa mistura, somada às apresentações espetaculares, já os fizeram ganhar discos de ouro e platina por sua música e os tornaram o número um em exportação de música da Alemanha. A opção por cantar em alemão veio também do fato de eles não dominarem a língua inglesa – tanto que negam-se a dar entrevistas em inglês. Isso se converteu em uma característica da banda : fazer as coisas a sua maneira.








O nome 


O nome Rammstein surgiu devido ao acidente entre três jatos italianos da força aérea, que colidiram em 28 de agosto de 1988 num show na base americana em Ramstein, Alemanha. Cerca de 40 espectadores morreram nos primeiros minutos e centenas se feriram. Nos dois meses seguintes, as mortes subiram para 69. Em resumo, foi um desastre. 
O nome estava por toda a mídia e não saía de suas cabeças. Ele mudaram de Ramstein (com um M) para Rammstein (com dois). Não é realmente uma palavra alemã, mas literalmente significa “bate-pedra”.Escolheram esse nome como provocação e porque o significado parece adequar-se ao som da banda. Sua primeira música, “Rammstein”, foi sobre essa tragédia.


Formação

A formação da Rammstein não se alterou desde o início, com excessão do guitarrista Paul Landers e o tecladista Christian (Doctor Flake) Lorenz, que ingressaram na banda em um segundo momento.
Em 2007, O Rammstein estava inativo; com isso, Richard Kruspe saiu da banda (temporariamente) para execução do projeto Emigrate. Mas em 2008 Richard voltou a trabalhar junto ao grupo em um novo trabalho.































Das bandas que cantam em alemão, é a que até hoje atingiu maior sucesso fora da Alemanha, principalmente com o segundo álbum Sehnsucht (1997), depois com Mutter (2001) e Reise, Reise (2004), alcançando então o ápice do sucesso. O seu penúltimo trabalho, inicialmente anunciado como Reise, Reise (vol.2), acabou por ser denominado Rosenrot (2005).O último álbum lançado pela banda chama-se "Liebe ist für alle da", com destaque para "Haifisch" e "Ich tu dir weh", que devido ao seu conteúdo sado-masoquista, foi incluída na lista da Bundesprüfstelle für jugendgefährdende Medien, uma agência federal alemã que examina mídias que possam ser inadequadas para pessoas jovens. Um trabalho incluído nessa lista pode sofrer uma série de limitações legais.

Eles freqüentemente usam efeitos pirotécnicos, fortes efeitos de iluminação, além de um aspecto teatral nos seus concertos, produzindo um visual impressionante mas sobretudo cativante, mesmo para quem não gosta da sua música.



Os Rammstein não se enquadram num gênero musical específico. O seu estilo é considerado  metal industrial, porém os próprios membros da banda chamam seu estilo de "Tanz Metall" com  notável influência Techno. Acima de tudo, procuram em cada álbum fazer algo diferente do anterior, não mantendo um estilo. Apesar da banda demonstrar brutalidade na sua imagem, há senso de humor e protesto político nas letras. Till Lindemann tem o seu próprio estilo teatral (principalmente nos clipes), interpretando o personagem da vez perfeitamente. Algumas letras estão escritas de maneira dúbia, passíveis de terem dupla interpretação, podendo dizer-se que o sentido da letra varia segundo o ouvinte.

No final, são considerados mais como Neue Deutsche Härte (trad.: Nova Dureza Alemã, dureza relacionada com os vínculos ao estilo musical Heavy Metal).
Atualmente, ainda que não haja notícia oficial sobre o lançamento do álbum e DVD da atual turnê, é certo que o novo trabalho ao vivo já está em produção.

Quanto ao novo clip, há alguns dias, o fotógrafo Felix Broede publicou uma nova imagem promocional do vídeo Mein Herz Brennt, mostrando o que deve ser o visual adotado pela banda no novo clipe.




Por enquanto ainda não há data prevista para o lançamento do vídeo ou do single. Os rumores de que o lançamento ocorreria ainda em outubro perderam força, uma vez que nenhum anúncio oficial foi feito até agora, e já estamos em novembro. Entretanto ainda espera-se que o vídeo e o single sejam lançados ainda em 2012.
A figurinista Lena Tajerová publicou em seu site novas imagens com cenas do vídeo:










Discografia (clique nos títulos dos álbuns para efetuar o download pelo 4shared)




Wollt ihr das Bett in Flammen sehen?
Der Meister
Weißes Fleisch
Asche zu Asche
Seemann
Du riechst so Gut
Das alte Leid
Heirate mich
Herzeleid
Laichzeit
Rammstein

***


Sehnsucht
Engel
Tier
Bestrafe mich
Du hast
Bück dich
Spiel mit mir
Klavier
Alter Mann
Eifersucht
Küss mich (Fellfrosch)
***

1999 - Live aus Berlin



Edição normal:
Spiel mit mir
Bestrafe mich
Weißes Fleisch
Sehnsucht
Asche zu Asche
Wilder Wein
Heirate mich
Du reichst so gut
Du hast
Bück dich
Engel
Rammstein
Laichzeit
Wollt ihr das Bett in Flammen sehen?
Seemann


Edição limitada:
CD 1 (clique para fazer o download)
Spiel mit mir
Herzeleid
Bestrafe mich
Weißes Fleisch
Sehnsucht
Asche zu Asche
Wilder Wein
Klavier
Heirate mich
Du reichst so gut
Du hast
Bück dich

CD 2 
(clique para fazer o download)
Engel
Rammstein
Tier
Laichzeit
Wollt ihr das Bett in Flammen sehen?
Seemann
CD-ROM (vídeo):
Tier
Asche zu Asche
Wilder Wein

***


Edição normal:
Mein Herz brennt
Links 234
Sonne
Ich will
Feuer frei!
Mutter
Spieluhr
Zwitter
Rein raus
Adios
Nebel

Tour Edition
CD 1
Mein Herz brennt
Links 234
Sonne
Ich will
Feuer frei!
Mutter
Spieluhr
Zwitter
Rein raus
Adios
Nebel

CD 2
Ich will
Links 2 3 4
Sonne
Spieluhr

***


Reise, Reise
Mein Teil
Dalai Lama
Keine Lust
Los
Amerika
Moskau
Morgenstern
Stein um Stein
Ohne dich
Amour

***


Benzin
Mann Gegen Mann
Rosenrot
Spring
Wo Bist Du
Stirb Nicht Vor Mir
Zerstören
Hilf Mir
Te Quiero Puta
Feuer & Wasser
Ein Lied

DVD Bônus (apenas para a edição limitada):
Reise, Reise (ao vivo em Arenes De Nimes, Nimes/França – Julho de 2005)
Mein Teil (ao vivo no Club Citta, Kangawa/Japão – Junho de 2005)
Sonne (ao vivo na Brixton Academy, Londres/Inglaterra – Fevereiro de 2005)

***


Intro
Reise, Reise
Links 2 3 4
Keine Lust
Feuer Frei
Asche Zu Asche
Morgenstern
Mein Teil
Los
Du Riechst So Gut
Benzin
Du Hast
Sehnsucht
Amerika
Sonne
Ich Will
***


Rammlied
Ich tu dir weh
Waidmanns Heil
Haifisch
B********
Frühling in Paris
Wiener Blut
Pussy
Liebe ist für alle da
Mehr
Roter Sand

CD Bônus (apenas para a edição especial):
Führe mich
Donaukinder
Halt
Roter Sand (Orchester Version)
Liese

Faixa Bônus (somente para o iTunes)
Rammlied (Thrash-terpiece Remix by Machinehead)

***

2011 - Made In Germany (Best Of 1995-2011)


Disc: 1
1. Engel
2. Links 2 3 4
3. Keine Lust
4. Mein Teil
5. Du Hast
6. Du Riechst So Gut
7. Ich Will
8. Mein Herz Brennt
9. Mutter
10. Pussy
11. Rosenrot
12. Haifisch
13. Amerika
14. Sonne
15. Ohne Dich
16. Mein Land

Disc: 2
1. Feuer Frei! [Rmx By Junkie Xl]
2. Mein Teil [Rmx By Pet Shop Boys]
3. Amerika [Rmx By Olsen Involtini]
4. Ohne Dich [Rmx By Laibach]
5. Keine Lust [Rmx By Black Strobe]
6. Benzin [Rmx By Meshuggah]
7. Rosenrot [Rmx By Northern Lite]
8. Pussy [Rmx By Scooter]
9. Rammlied [Rmx By Devin Townsend]
10. Ich Tu Dir Weh [Rmx By Fukkk Offf]
11. Haifisch [Rmx By Hurts]


Documentário:

Anakonda Im Netz (Subtitulos em Espanhol)
Download



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(Fonte: http://pt.wikipedia.org , http://www.rammsteinfan.com.br/, http://whiplash.net/materias/biografias/038400-rammstein.html#ixzz2DHGjiT72)


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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O tempo voa



Como o tempo voa! Hoje por acaso, me loguei no Blogger pra poder postar um comentário sobre o Rammstein e foi quando vi que já haviam se passado três anos desde meu último post aqui. Três anos! Não pensei que fizesse tanto tempo!


Parei por motivos pessoais, correria do dia a dia e depois por conta daquela palhaçada com o Megaupload. Eu tinha muitos arquivos no 4shared também que foram retirados, recebi um monte de e-mails dizendo que eu estava infringindo a lei de direitos autorais e blábláblá. Isso foi me desanimando mais ainda e acabei deixando de lado. Como há alguns meses li a notícia que o Kim Dotcom colocou no Twitter que o Megaupload poderá voltar depois da rejeição da  SOPA, PIPA, ACTA e aquela m...toda que inventaram pra ferrar com a nossa vida, ou melhor, tentaram, fui ficando mais animada. Ele não deu data, mas já é alguma coisa. 

Também de uns tempos pra cá notei que tem melhorado a velocidade de download de alguns sites sobreviventes, tipo o Fileserve. Outro dia baixei um filme em menos de 20 minutos! Quase chorei de emoção! Hahaha..

Enfim, por conta disso tudo, e também por conta do tal post sobre o Rammstein que falei, like a Fênix, penso em renascer das cinzas. Nem sei se alguém lia isso aqui de verdade, mas é legal escrever mesmo assim. Tipo aquelas mensagens em garrafas... Um dia preciso fazer isso também.


Então...é isso, vou voltar a publicar algumas coisas vez ou outra e, aos poucos, vou ver se arrumo os links que estão fora. Devem ter muitos....isso será praticamente uma faxina, então, bora levantar tudo e abrir as janelas, que cheiro de mofo é grande! 


Ah sim, o primeiro post será, com certeza, sobre o Rammstein, claro! ;)

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Integrantes do Foo Fightes e do Led Zeppelin anunciam nova banda

Dave Grohl, vocalista do Foo Fighters, é um dos membros do Them Crooked Vultures

É um projecto que já gerou muitas especulações, mas agora ganhou nome, site oficial e conta no Twitter: Them Crooked Vultures é a banda formada por Dave Grohl, vocalista do Foo Fighters, John Paul Jones, ex-baixista do Led Zeppelin, e Josh Homme, vocalista do Queens of the Stone Age.

Apesar de haver muita coisa ainda por esclarecer, sabe-se que a banda já está em estúdio em Los Angeles, na Califórnia e vai apresentar-se ao vivo no Metropolitan de Chicago, no próximo domingo, dia 09.

O portal oficial dos Them Crooked Vultures apresenta apenas a frase ‘Deserve the Future' (‘Merece o Futuro').

A banda já era falada desde 2005 e foi confirmada pela mulher de Josh Homme há um mês.

A informação é do site especializado em música Stereogum.

De acordo com a publicação, o álbum que marcará a estreia do Them Crooked Vultures deve ser lançado até o final deste ano.

Aguardem...!!!

(Fonte: G1/Correio da Manhã)


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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Da Caverna - Sexo Oral


Pra quem absurdamente ainda não sabe, no último dia 10, sexta-feira, o Da Caverna lançou seu novo single, desavergonhosamente intitulado "Sexo Oral", e foi uma noite "daquelas"!!
Puro rock'n roll na veia!
Alguns detalhes os meninos publicaram no www.myspace.com/dacaverna :
No dia 10 de julho a banda Da Caverna lançou em Florianópolis o seu novo trabalho, o single Sexo Oral. Para fazer da sua nova canção um hit de qualidade, Da Caverna convidou Gastão Moreira para a produção musical. Ele é um dos mais respeitados nomes do mercado musical brasileiro e carrega no currículo a apresentação de programas musicais na MTV, TV Cultura e rádio Atlântida, além da produção do documentário Botinada - reconhecido internacionalmente como uma das maiores referências sobre o movimento punk no Brasil.
"Conheci a Da Caverna através do Clube da Luta e boto muita fé no trabalho dos rapazes. Gravamos a canção no Lemory Studio, com o auxílio de Beto Fonseca e Júlio Lemos. Ficou sensacional! Muito divertida, com uma pegada quente, bem ao estilo Da Caverna", complementa Gastão.
Irreverência com Responsabilidade. Além de "falar de sexo" na sua canção, os Cavernosos vão ainda mais longe. Com o apoio da Fundação Açoriana p/ Controle da AIDS (FAÇA), nos shows da turnê de divulgação do single a banda distribui preservativos aromatizados e realiza diversas intervenções, para orientação do seu público com relação à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST).


O lançamento foi no Célula, já velho conhecido da galera roqueira de Floripa. Quem não foi, perdeu, e muito! Nem o frio, nem a chuva, impediram os meninos de fazerem o Clube ferver com o que foi, já há quem diga, o melhor show do Da Caverna até agora.

Mas quem perdeu, tem outra chance...loguinho...sábado, dia 18/07, os malucos vão tocar em Criciúma, no Balada Bar. Da Caverna, Leopoldo e Valéria e Andrey e a Baba do Dragão de Komodo. É o Clube da Luta com seu novo braço sulense e é o rock'n roll mostrando que ainda tem muito pra queimar!!


Tem tudo disponível pra download no site http://www.dacaverna.com.br/ que vale a pena conferir porque ficou demais!
E a galera tem também o clip "Quero ficar com você" na garagem do Faustão.
É só entrar e votar 5 estrelinhas pra dar uma força!

É isso, vamos apoiar o rock nacional e as boas bandas que estão lutando pra respirar nesse país!
Deus salva e o rock alivia!






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sábado, 6 de junho de 2009

VENOM - biografia



Poucos grupos têm uma história tão rica quanto o Venom. Um despretencioso trio que se tornou um ícone para, no mínimo, duas gerações do metal e para praticamente todos os seguidores da música extrema. Tudo começou no início dos anos 80, na cidade britânica de Newcastle, onde três amigos uniram-se para fazer som e letras corrosivas, verdadeiros hinos anti-religião.
Vindos de conjuntos inexpressivos do interior da Inglaterra, Cronos, Mantas e Abaddon abalaram as estruturas da música pesada com seu disco "Welcome To Hell", lançado pela Neat Records. A despreocupação com a parte técnica também foi uma marca registrada nos primeiros anos, em que "Possessed" e "At War With Satan" consagraram o Venom como um dos mais originais grupos da década.

Influência para Metallica, Sepultura e Krisiun, por exemplo, o trio nunca chegou a ter vendagens magníficas, mas arregimentou uma legião de fãs fiéis que acompanham sua trajetória até hoje. As letras satanistas foram encaradas com seriedade por alguns e como parte essencial do tom debochado que a banda sempre ostentou por outros.
Mantas deixou o Venom pouco antes da histórica tour pela América do Sul, em 1986. Dois guitarristas foram contratados para substituí-lo e o Brasil foi um dos primeiros países a ver a line-up formada por quatro integrantes. A excursão acabou sendo decisiva para a criação de uma cena headbanger no país, que ainda vivia a ressaca do primeiro Rock In Rio.

Desde o seu início, o Venom foi um dos grupos mais prejudicados pela pirataria de discos. Incontáveis álbuns passaram a ser facilmente encontrados com registros dos brilhantes shows de Cronos e seus companheiros. Mantas acabou retornando para casa alguns anos depois, e a discografia se extendeu com algumas coletâneas e um duplo ao vivo, "Eine Kleine Nachtmusik", além de outros álbuns essenciais para os colecionadores, como "Temples Of Ice" e "Prime Evil", por exemplo.

Com o passar do tempo, o Venom tornou-se uma verdadeira lenda, que resistiu à saída do carismático baterista Abaddon, aos projetos solo de Cronos e Mantas, que não tiveram uma recepção muito calorosa por parte dos fãs, e até a um precoce fim. Seu público manteve-se ligado e sempre aguardando novos trabalhos.
Em 2000 surgiu a grande notícia: o Venom estava vivo e pulsante. O disco "Ressurrection" trouxe uma formação renovada com a presença de Antonn na bateria. Um músico muito técnico e que injetou uma nova dose de energia na banda. Mais pesado, extremamente bem tocado, o som do Venom ganhou contornos modernos mas sem perder suas características.


O baterista da banda, Antony "Antton" Lant que anunciou sua saída.


Em maio deste ano, a banda britânica de Black Metal apresentou seu novo baterista, Danté. A banda nos últimos meses andou a procura de um novo baterista e finalmente fez sua escolha.
"Tivemos uma resposta fantástica", explicou Cronos, "havia muitos grandes bateristas para escolher, mas no final do dia eu não estava procurando por alguém que simplesmente tocaria as músicas, queria alguém que realmente estivesse com muita vontade de estar na banda por todos os motivos corretos, e Danté tem todas as qualificações necessárias".
O VENOM também agradeceu a todos os bateristas que foram aos testes, além de todos os outros que enviaram vídeos, CDs, etc. A banda se encontra no momento em ensaios com o novo baterista e irá gravar novas demos para o próximo álbum nas semanas que seguirão, além de planejar futuros shows.
DISCOGRAFIA
(por enquanto sem download)
Welcome To Hell (1981)
Black Metal (1982)
At War With Satan (1983)
Doomed To Hell (1984)
Possessed (1985)
American Assault EP (1985)
Canadian Assault EP (1985)
French Assault EP (1986)
The Singles 1980-1986 (1986)
Calm Before the Storm (1987)
Eine Kleine Nachtmusik (1987)
Prime Evil (1989)
Tear Your Soul Apart EP (1990)
Temples of Ice (1991)
The Book Of Armageddon (Best Of) (1992)
The Waste Lands (1992)
Kissing the Beast (1993)
Skeletons in the Closet (1993)
Old, New, Borrowed and Blue (1994)
Venom ' 96 (1996)
Cast in Stone (1997)
Resurrection (2000)
Metal Black (2006)
Hell (2008)

(Fonte: http://whiplash.net / Century Media/ wikipedia)

O TETRAGRAMMATON


"Para que compreendamos o que significa o Tetragrammaton é necessário, antes de tudo, definir acrônimo. A palavra acrônimo tem origem no grego (akron = extremidade + onymo = nome) e significa o conjunto de letras, pronunciado como uma palavra, formado a partir das letras iniciais (ou de sílabas) de palavras sucessivas que constituem uma denominação. Por exemplo, a sigla NASA (National Aeronautics and Space Administration) é um acrônimo.
Dessa forma, a palavra Tetragrama tem origem no grego (tetra = quatro + gramma = letra) e significa a expressão escrita, constituída de quatro letras ou sinais gráficos, destinada a representar uma palavra, acrônimo, abreviatura, sigla ou a pauta musical de quatro linhas do canto-chão.
Acredita-se que o Tetragrama hebraico designa o nome pessoal do "Deus de Israel", como foi originalmente escrito e encontrado na Torah, o primeiro livro do Pentateuco. Este tetragrama varia como YHWH, JHVH, JHWH e YHVH. Em algumas obras, especialmente no Antigo Testamento escrito em sua maioria em hebraico com partes em aramaico, o Tetragrama surge mais de 6 mil vezes (de forma isolada ou em conjunção com outro nome divino).Se considerarmos que as letras de um alfabeto nada mais são que sinais gráficos, o Tetragrama, em sua representação gráfica, conhecido como Tetragrammaton, é uma complexa combinação de letras do alfabeto hebraico, grego e latino, associados a diversos símbolos conhecidos no ocultismo. Nele encontra-se o pentagrama entrelaçado, símbolos zodiacais, algarismos e formas geométricas, entre outras representações.No ocultismo, incluindo suas diversas ramificações, o Tetragrammaton desempenha uma função muito importante, sendo usado em rituais e invocações e na forma de talismãs. Os ocultistas interpretam o Tetragrammaton e outros símbolos cabalísticos nele contidos, como poderosos signos mágicos, capazes de potencializarem rituais abrindo as portas da consciência humana.

Acompanhe a descrição de alguns elementos do Tetragrammaton:

1- O pentagrama assume diversos significados de acordo com o contexto em que é encontrado. Neste caso, é a base do Tetragrammaton. Assim, podemos interpretá-lo como símbolo do "Homem Realizado". Isto é, uma representação da entidade humana evoluída em todos os estágios espirituais.

2- No ângulo superior do Pentagrama, encontramos "Os olhos do Pai" e a representação do planeta Júpiter. Uma alusão aos olhos do Criador, o espírito, o poder que coordena tudo e todos.

3- Nos "braços" do Tetragrammaton encontra-se o símbolo astrológico e zodiacal do planeta Marte, representando a Força, ou a Energia pura da criação.

4- Nos ângulos inferiores está a representação astrológica e zodiacal do planeta Saturno. É um dos principais símbolos usados na Magia, representando os mestres que anularam o próprio ego e as falhas inerentes ao ser humano, atingindo assim, a perfeição.

5- Posicionados nas linhas verticais do Pentagrama, próximos ao centro da figura, o Sol e a Lua fazem referência aos pólos femininos e masculinos da criação, contidos em todos os organismos, incluindo o Microcosmos e o Macrocosmos.

6- Mercúrio e Vênus. Estes símbolos são amplamente encontrados na literatura alquímica e são representações astrológicas e zodiacais destes planetas. Localizados sobrepostos no centro da figura, referem-se à união dos pólos de onde surgirá o Caduceu de Mercúrio.

7- O Caduceu de Mercúrio é o símbolo alquímico da transmutação. Associado aos símbolos superiores de Mercúrio e Vênus, refere-se à criatura, ou seja, o resultado da união entre os pólos feminino e masculino, entre as forças lunares e solares, e o ponto de equilíbrio entre eles. Por estar localizado no centro da figura, também pode ser interpretado como a "coluna vertebral", ou, Kundalini, responsável pela união da energia sexual entre as polaridades.

8- Jehova (lê-se da direita para a esquerda), sendo mais uma das várias alusões ao "Nome de Deus".

9- Alfa e Omega são, respectivamente, a primeira e última letra do alfabeto grego. Esta é uma referência ao princípio e fim de todas as coisas. Alfa está abaixo dos "Olhos do Pai". Omega encontra-se invertido, na base do Caduceu de Mercúrio. Isto pode significar o caldeirão utilizado pelos alquimistas, ou ainda, o caldeirão (útero) da Deusa, para alguns ocultistas.

10- Localizados fora do pentagrama, os números 1 e 2 são referências à bipolaridade; isto é, uma representação de que todas as coisas possuem dois lados. Seguindo este conceito, podemos também compreendê-los como outra manifestação dos pólos masculino e feminino, início e fim, bem e mal, entre outros.

11- Logos é uma palavra grega que significa razão, mas também é interpretada como "fonte de idéias" e "verbo divino". Associado ao Tetragrammaton, os números 1, 2 e 3 representam respectiva-mente o Pai, a Mãe e o Filho. Também pode ser interpretado como a Tríade do Cristianismo (Pai, Filho e Espírito Santo) ou como o triângulo, amplamente encontrado nas tradições esotéricas.

12- O cálice significa o pólo feminino da criação. Na alquimia é utilizado para representar o elemento Água.

13- A "espada de fogo", dentro do contexto alquímico, representa o próprio elemento fogo. Porém, associado ao Tetragrammaton, assume o papel do pólo masculino e do pênis, símbolo de fertilidade entre as antigas tradições.

14- Báculo é o bastão comumente usado por Magos. Está dividido em sete escalas representando os estágios de evolução. Na alquimia está relacionado ao elemento Terra.

15- O hexágono do Mago representa o domínio do espírito sobre a matéria. Na alquimia está relacionado ao elemento Ar.

Não é possível definir apenas uma relação entre os vários símbolos que compõem o Tetragrammaton e tampouco uma finalidade específica desse conjunto. Seus sinais transitam entre correntes tão distantes que a interpretação, em certos casos, chega a ser paradoxal.Se observarmos estas combinações simbólicas através do ângulo alquímico, teremos um determinado resultado. Porém, se analisado através dos conceitos astrológicos, por exemplo, a conclusão poderá ser totalmente distinta. Assim, a atenção e perspicácia do observador tornam-se fundamentais para decifrar o Tetragrammaton, um dos mais antigos e poderosos símbolos da espiritualidade humana."

(Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070708235458AAYuMdg)

domingo, 17 de maio de 2009

13th Floor Elevators



Os 13th Floor Elevators tocavam rock psicodélico e se uniram no final de 1965 em Austin, Texas. A formação clássica da banda era Roky Erickson (vocal/guitarra), Tomy Hall (jarro amplificado), Stacy Sutherland (guitarra), John Ike Walton (bateria) e Ronnie Leatherman (baixo)com vários contribuidores esporádicos. Erickson e Hall escreviam a maioria das músicas, e o som do jarro amplificado de Hall se tornaria a assinatura e marca registrada da banda. O primeiro álbum saiu em 1966, “Pshychedelic Sounds of The 13th Floor Elevators”, um clássico do rock de garagem. Em Julho de 1967, Walton e Leatherman saíram da banda e foram substituídos por Danny Thomas (bateria) e Dan Galindo (baixo). Com essa formação, os Elevators gravaram o seu segundo álbum “Easter Everywhere”. Em 1968 sai o “Live”, disco ao vivo. Ronnie Leatherman volta então para o quarto e último álbum, “Bull of the Woods”.

O The 13th Floor Elevators, liderados por Roky Erickson, eram insanos e arruaceiros. Se tornaram um “orgulho texano. Sua dissolução foi em meio à problemas legais e uso abusivo de drogas, isso porque Roky Erickson tomou mais drogas do que Syd Barret e Brian Jones juntos! Deixava os amplificadores de sua garagem de ensaios ligados no pico por horas a fio, só pra ouvir a microfonia sem parar, infernizando os vizinhos. Era constantemente preso pela polícia do Texas, fora internado num manicômio para loucos da pior espécie, e tratado com eletrochoques, deixava os vários televisores de sua casa ligados fora do ar, todos juntos, para captar as mensagens vindas dos marcianos. Roky Erickson provavelmente já havia sido abduzido e trazido de volta à Terra pelos ET’s muitas vezes.
Pessoalmente, eu prefiro a última história. Uma série de lendas correu o mundo já sobre a figura de Roky Erickson, um ícone do rock de garagem fuleiro (?) que o mundo esqueceu. O pior de tudo: 90% de todas estas estórias absurdas são a mais pura verdade.
Não há como falar nos Thirteenth Floor Elevators sem tocar no assunto Roky Erickson – o seu líder e componente principal, o cantor que, durante décadas, foi incensado nos quartos escuros e garagens vagabundas de todo garotinho que, algum dia, teve a ousadia de se perder nos sons dourados da psicodelia torta e barata das bandinhas americanas de rock da última metade dos anos 60. Por todo esse vigor e essa economia de recursos mesmo é que elas desenvolveram um gênero no rock que só muitos anos depois seria devidamente apreciado e receberia verdadeira atenção: o garage rock. Mas aquilo que, muitos anos antes do movimento punk acontecer, estava predestinado a ser a luz-guia de gente como Johnny Rotten e Joey Ramone – esse tal de rock de garagem americano -, flertava com uma lisergia das mais pesadas, e teria em Roky Erickson, muito provavelmente, seu expoente máximo. Os Thirteenth Floor Elevators formavam, junto a outras quatro bandas, aquilo que eu gosto de chamar de “o quinteto sagrado” do rock de garagem sessentista. Blues Magoos, The Seeds, Chocolate Watch Band e Strawberry Alarm Clock, na minha opinião, são o que de mais louco e agressivo a fase 1965-1968 do rock ianque conseguiu produzir. Sei que muita gente, também, gostaria de acrescentar os imorais The Sonics à lista, de hits abusados como “The Witch” e “Strychnine”. Gente despirocada e criativa, que ia muito além dos limites impostos pela psicodelia de bandas britânicas que haviam recém invadido a América, como os Beatles, Stones, Animals e Yardbirds. O que eles faziam era catar o som desse pessoal, aumentar quase tudo ao máximo, e acrescentar um toque muito pessoal de ousadia e sacanagem, fosse nas letras ou nas sinuosas viradas de ritmo. Como consequência, tiveram poucos sucessos na lista dos mais vendidos – não eram considerados tão “originais” quanto medalhões americanos da época, como The Byrds, Doors ou Buffalo Springfield. Mas, mesmo regurgitando aquele sonzinho inglês do blues, que havia por sua vez sido inspirado no próprio rockinho americano dos anos 50, da forma mais primal e extravagente possível, devolveram aos EUA um pouco do orgulho de serem os legítimos pais da criança que até hoje jovens de todo o mundo amam adorar.

De toda essa galera, entretanto, como eu já disse, acho que os Thirteenth Floor Elevators eram os expoentes máximos. Por que? Por causa de todas as circunstâncias adversas que rondavam a trajetória dos garotos, e por causa de sua inventividade e extrema cara-de-pau em serem, como eles mesmos se proclamavam em início de carreira, a única verdadeira “banda de rock do Texas”. Que loucura... Imaginar que lá nos cafundós de uma das regiões mais caipiras do Tio Sam, terra de cowboys e música country, cinco lunáticos se reuniram para fazer rythim n’ blues pauleira com letras centradas em experiências astrais de ascensão espiritual (através da erva, diga-se de passagem) e viagens de discos voadores. O grupo era composto por Roky Erickson, um jovem de apenas 17 anos egresso do grupo The Spades, Stacy Sutherland (guitarra), Benny Thurman (baixo), John Walker (bateria), e o membro fundador Tommy Hall – um porra-louca estudante de filosofia da Universidade de Austin e “irmão de ácido” de Roky, que, metido em experiências com novos instrumentos musicais, havia inventado o grande lance que destacou a sonoridade dos Elevators dentre os outros grupos de sua época: um jug elétrico, que lembrava aquelas máquinas de barulho pulsante das naves em filmes de ficção científica, e espargia seus ruídos estelares durante as execuções das músicas do grupo.


O próprio nome do grupo era uma afronta às instituições americanas mais conservadoras, e uma de suas grandes fobias: o medo do número 13, inclusive no concernente a andares de prédios. Em muitas cidades dos EUA, os edifícios sempre evitaram o andar 13, que era comumente fechado e abandonado, pois dificilmente havia moradores dispostos a enfrentar tal superstição. O nome da banda, entretanto, era Thirteenth Floor Elevators, ou seja, os Elevadores para o Décimo-Terceiro Andar! Era pura ousadia, ainda mais se você julgar que estamos falando duma época de conservadorismo, os anos 60. No entanto, como aquela foi uma década de quebra de tabus também, nada mal o surgimento de Erickson e sua gangue.
Assim que começaram a arrepiar a vizinhança das garagens onde ensaiavam, eles saíram para as primeiras festinhas e bailinhos, já fazendo covers azeitadas dos grupos ingleses, como Rolling Stones e Kinks. Logo, Erickson desenvolveria um estilo muito pessoal de cantar, aprendendo tudo de improviso mesmo: a voz adolescente e escrachada emulava aquilo que um crítico americano, uma vez, chamou de “a versão capenga de Mick Jagger”.
Logo, portanto, chamaram a atenção do prestimoso e bom observador Denny Zeitler, dono da Independent Music Sales, uma pequena gravadora de San Francisco – que, naquele outono de 1966, já se preparava para o que viria a ser o mágico Verão das Flores de 1967, que daria pontapé ao movimento hippie. Em uma visita ao Texas, ouve falar da bandinha de Erickson e foi conferir. Resultado: soube enxergar o potencial do grupo e os contratou para o single de uma música que vinha do repertório do grupo anterior de Erickson, e que os Elevators tocavam nos shows, levando a platéia ao delírio: “You’re Gonna Miss Me”. Essa composição do próprio Erickson, produzida por Gordon Bynum, flertava perigosamente com a surf music de Los Angeles e o som dos Animals e Stones, beirando a piração total e ainda adicionando um solo de gaita alucinado em meio a tanta barulheira. Acabaria sendo o único verdadeiro hit dos esquecidos Elevators, atingindo o 3.º lugar da parada nacional naquele ano.
O êxito do compacto, alavancado pela ajuda de vários amigos radialistas que iam do interior até a Costa Oeste americana – formando uma verdadeira rede de execução que ajudou a música a se tornar um sucesso - motivaria a International Records, de Houston, Texas, a comprar a banda e bancar a produção do seu primeiro LP, produzido pelo novato Lelan Rogers – irmão do (pasmem!) cantor country Kenny Rogers. É essa obscura obra-prima, empoeirada no sótão das esquisitices rock, que analisamos aqui.
O disco abre com o hit “You’re Gonna Miss Me”, na mesma versão lançada em compacto – mas que dá somente uma esparsa idéia do banho de ácido e loucura que vem depois. A produção totalmente tosca – com certeza uma das piores já realizadas na história do rock! - não impede que o ouvinte deleite o verdadeiro mundo bizarro e esquizofrênico de alucinações que sai da mente de Erickson e do som de sua banda.
“Roller Coaster”, que vem depois, é uma pérola magnética, em andamento vertiginoso, que embarca o ouvinte em uma viagem encharcada de narguilé indiano pela montanha-russa do descobrimento interior. A capa multi-colorida, junto ao encarte original do álbum, trazem uma enigmática figura que reflete tudo isso e a concepção original do rock piscodélico segundo Erickson: é quando, como ele mesmo dizia, “a pirâmide encontra o olho”. Em meio a um riff de guitarra super marginal e um crescendo ensandecido, ouvem-se os gritinhos esganiçados de Erickson e o jug ensandecido de Tommy Hall emoldurando a loucura sonora. Já “Splash (Now I’m Home)” é uma das mais belas baladas que o rock psicodélico dos anos 60 já urdiu, reflexiva e bucólica, exaltando um encontro com a “consciência superior”.
Músicas como “Fire Engine” e “Reverberation”, por sua vez, estão envoltas em uma tensão rítmica pulsante e sempre em ebulição, especialmente a última, com o seu refrãozinho grudento. Já “You Don’t Know”, “Monkey Island” e “Tried to Hide” visitam parâmetros do rythim n’ blues já há muito esquecidos, reconduzindo-os à realidade do LSD e dos experimentalismos sonoros de leves pinceladas folk, com uma batida simplesmente atmosférica. Outra faixa mais lenta do disco, “Kingdom of Heaven”, talvez seja uma das melhores músicas de Erickson em todos os tempos – diante da introdução de guitarra mais espacial e alienígena já criada que dá entrada a uma letra pra lá de etérea (prova inconteste dos contatos de Erickson com seres cósmicos!), o cantor filosofa sobre os mistérios da reinterpretação do homem sobre a imagem bíblica de Deus, levado por um rito cadenciado de baixo, bateria e jug, lisérgico à última potência. “...And the kingdom of heaven is within’ you” (...E o reino dos céus está dentro de você”) é a revelação que Erickson despeja sobre ouvidos desavisados.
The Psychedelic Sounds of 13th Floor Elevators não vendeu quase nada, foi um fracasso comercial retumbante, e condenou Roky Erickson e seu grupo a fazerem shows vagabundos pelos cafundós do Texas e de outras cidades americanas pelo resto de sua carreira. Nas áreas centrais do psicodelismo americano (como Los Angeles e San Francisco), a banda nunca mais atingiu o êxito esperado após o sucesso do primeiro single. Com algum esforço, entretanto, ainda viriam a gravar mais dois álbuns de estúdio – Easter Everywhere (1967), com uma produção bem melhor, e o sensacional último álbum, Bull of the Woods (1968) - antes de desaparecerem por completo. Erickson, assim como outros grandes heróis do rock sessentista, chafurdaria feio em seus próprios vícios e pirações, sendo preso um pouco antes do lançamento do último LP, por posse de maconha. Apareceria alguns bons anos depois, já velho e barbudo, em algumas publicações sensacionalistas americanas, que o apontavam como “o lunático líder de uma banda dos anos 60 que gosta de se trancafiar em casa com televisores fora do ar no último volume para fazer contato com marcianos”. Surgiram daí também os boatos, confirmados, de que o cantor havia passado uma boa temporada, durante os anos 70, internado em um manicômio de Houston, recebendo tratamento de eletrochoque para se livrar das drogas. Reza a lenda que, para seu azar, havia sido “instruído” por um advogado a alegar que tinha distúrbio mental para escapar de uma pesada pena como traficante, quando de sua prisão. Daí ele foi mandado para o Rusk State Hospital, onde ficou por cinco anos recebendo descarga elétrica nos miolos e no saco. Grande cura eles operaram no cara... Apesar de todos esses percalços, Erickson ainda reuniu forças para, ao sair de lá, em 1975, editar um belo livro de poesias e montar a banda Roky Erickson & The Aliens. Um verdadeiro sobrevivente, sem dúvida.
Quando o mundo redescobriu, nos anos 80 e 90, o mundo mágico do rock psicodélico americano, época de renascimento do interesse por Jim Morrison e seus Doors, Jimi Hendrix e vários outros, muitos outros grupos foram arrastados a rodo por essa onda, sendo os Thirteenth Floor Elevators um deles. Venderam mais discos, repletos de raridades, e coletâneas, em formato CD, do que jamais venderam em vinil nos anos 60, durante a época em que existiam. Somente a partir de então Roky Erickson e sua obra brilhante, vanguardista, extremamente mal gravada e divulgada, foram redescobertos. Shine on you crazy diamond !
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sábado, 2 de maio de 2009

SAMHAIN

Hemisfério Norte: 31 de Outubro
Hemisfério Sul: 1 de Maio


Nesta sexta, 1 de maio, foi comemorado o Samhain, também chamado de Halloween, Hallowmas, Véspera de Todos os Sagrados, Véspera de Todos os Santos, Festival dos Mortos e Terceiro Festival da Colheita, que é o mais importante dos oito Sabbats dos Bruxos. Como Halloween, é um dos mais conhecidos de todos os Sabbats fora da comunidade wiccana e o mais mal-interpretado e temido.

Samhain celebra o final do Verão, governado pela Deusa. (O nome Samhain significa "Final do Verão".)Samhain é também o antigo Ano Novo celta / druida, o início da estação da cidra, um rito solene e o festival dos mortos. é o momento em que os espíritos dos seres amados e dos amigos já falecidos devem ser honrados. Houve uma época na história em que muitos acreditavam que era a noite em que os mortos retornavam para passear entre os vivos. A noite de Samhain é o momento ideal para fazer contato e receber mensagens do mundo dos espíritos.


A versão cristã do Samhain é o Dia de Todos os Santos (1o de novembro), que foi introduzido pelo Papa Bonifácio IV, no século VII, para substituir o festival pagão. O Dia dos Mortos (que cai a 2 de novembro) é outra adaptação cristã ao antigo Festival dos Mortos, é observado pela Igreja Católica Romana como um dia sagrado de preces pelas almas do purgatório.



Em várias regiões da Inglaterra acredita-se que os fantasmas de todas as pessoas destinadas a morrer naquele ano podem ser vistos andando entre as sepulturas à meia-noite de Samhain. Pensava-se que alguns fantasmas tinham natureza má e, para proteção, faziam-se lanternas de abóboras com faces horrendas e iluminadas, que eram carregadas como lanternas para afastar os espíritos malévolos. Na Escócia, as tradicionais lanternas Hallows eram esculpidas em nabos.Um antigo costume de Samhain na Bélgica era o preparo de "Bolos para os Mortos" especiais (bolos ou bolinhos brancos e pequenos). Comia-se um bolo para cada espírito de acordo com a crença de que quanto mais bolos alguém comesse, mais os mortos o abençoariam.

Outro antigo costume de Samhain era acender um fogo no forno de casa, que deveria queimar continuamente até o primeiro dia da Primavera seguinte. Eram também acesas, ao pôr-do-sol, grandes fogueiras no cume dos morros em honra aos antigos deuses e deusas, e para guiar as almas dos mortos aos seus parentes.Era no Samhain que os druidas marcavam o seu gado e acasalavam as ovelhas para a Primavera seguinte. O excesso da criação era sacrificado às deidades da fertilidade, e queimavam-se efígies de vime de pessoas e cavalos, como oferendas sacrificiais. Diz-se que acender uma vela de cor laranja à meia-noite no Samhain e deixá-la queimar até o nascer do sol traz boa sorte; entretanto, de acordo com uma lenda antiga, a má sorte cairá sobre todo aquele que fizer pão nesse dia ou viajar após o pôr-do-sol.

As artes divinatórias, como a observação de bola de cristal e o jogo de runas, na noite mágica de Samhain, são tradições wiccanas, assim como ficar diante de um espelho e fazer um pedido secreto.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat Samhain são maçãs, tortas de abóbora, avelãs, Bolos para os Mortos, milho, sonhos e bolos de amoras silvestres, cerveja, sidra e chás de ervas.


AO VENTRE DA DEUSA MãE RETORNA AGORA O DEUS, ATé O DIA EM QUE NOVAMENTE RENASCERá. A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. O CICLO DAS ESTAçõES NãO TERMINA NUNCA. ABENçOADAS SEJAM AS ALMAS DAQUELES QUE VIAJARAM ALéM PARA O MUNDO ESCURO DOS MORTOS. EU DERRAMO ESTE NéCTAR EM HONRA à SUA MEMóRIA. QUE A DEUSA OS ABENçOE COM LUZ, BELEZA E ALEGRIA. ABENçOADOS SEJAM!
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