quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Integrantes do Foo Fightes e do Led Zeppelin anunciam nova banda

Dave Grohl, vocalista do Foo Fighters, é um dos membros do Them Crooked Vultures

É um projecto que já gerou muitas especulações, mas agora ganhou nome, site oficial e conta no Twitter: Them Crooked Vultures é a banda formada por Dave Grohl, vocalista do Foo Fighters, John Paul Jones, ex-baixista do Led Zeppelin, e Josh Homme, vocalista do Queens of the Stone Age.

Apesar de haver muita coisa ainda por esclarecer, sabe-se que a banda já está em estúdio em Los Angeles, na Califórnia e vai apresentar-se ao vivo no Metropolitan de Chicago, no próximo domingo, dia 09.

O portal oficial dos Them Crooked Vultures apresenta apenas a frase ‘Deserve the Future' (‘Merece o Futuro').

A banda já era falada desde 2005 e foi confirmada pela mulher de Josh Homme há um mês.

A informação é do site especializado em música Stereogum.

De acordo com a publicação, o álbum que marcará a estreia do Them Crooked Vultures deve ser lançado até o final deste ano.

Aguardem...!!!

(Fonte: G1/Correio da Manhã)


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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Da Caverna - Sexo Oral


Pra quem absurdamente ainda não sabe, no último dia 10, sexta-feira, o Da Caverna lançou seu novo single, desavergonhosamente intitulado "Sexo Oral", e foi uma noite "daquelas"!!
Puro rock'n roll na veia!
Alguns detalhes os meninos publicaram no www.myspace.com/dacaverna :
No dia 10 de julho a banda Da Caverna lançou em Florianópolis o seu novo trabalho, o single Sexo Oral. Para fazer da sua nova canção um hit de qualidade, Da Caverna convidou Gastão Moreira para a produção musical. Ele é um dos mais respeitados nomes do mercado musical brasileiro e carrega no currículo a apresentação de programas musicais na MTV, TV Cultura e rádio Atlântida, além da produção do documentário Botinada - reconhecido internacionalmente como uma das maiores referências sobre o movimento punk no Brasil.
"Conheci a Da Caverna através do Clube da Luta e boto muita fé no trabalho dos rapazes. Gravamos a canção no Lemory Studio, com o auxílio de Beto Fonseca e Júlio Lemos. Ficou sensacional! Muito divertida, com uma pegada quente, bem ao estilo Da Caverna", complementa Gastão.
Irreverência com Responsabilidade. Além de "falar de sexo" na sua canção, os Cavernosos vão ainda mais longe. Com o apoio da Fundação Açoriana p/ Controle da AIDS (FAÇA), nos shows da turnê de divulgação do single a banda distribui preservativos aromatizados e realiza diversas intervenções, para orientação do seu público com relação à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST).


O lançamento foi no Célula, já velho conhecido da galera roqueira de Floripa. Quem não foi, perdeu, e muito! Nem o frio, nem a chuva, impediram os meninos de fazerem o Clube ferver com o que foi, já há quem diga, o melhor show do Da Caverna até agora.

Mas quem perdeu, tem outra chance...loguinho...sábado, dia 18/07, os malucos vão tocar em Criciúma, no Balada Bar. Da Caverna, Leopoldo e Valéria e Andrey e a Baba do Dragão de Komodo. É o Clube da Luta com seu novo braço sulense e é o rock'n roll mostrando que ainda tem muito pra queimar!!


Tem tudo disponível pra download no site http://www.dacaverna.com.br/ que vale a pena conferir porque ficou demais!
E a galera tem também o clip "Quero ficar com você" na garagem do Faustão.
É só entrar e votar 5 estrelinhas pra dar uma força!

É isso, vamos apoiar o rock nacional e as boas bandas que estão lutando pra respirar nesse país!
Deus salva e o rock alivia!






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sábado, 6 de junho de 2009

VENOM - biografia



Poucos grupos têm uma história tão rica quanto o Venom. Um despretencioso trio que se tornou um ícone para, no mínimo, duas gerações do metal e para praticamente todos os seguidores da música extrema. Tudo começou no início dos anos 80, na cidade britânica de Newcastle, onde três amigos uniram-se para fazer som e letras corrosivas, verdadeiros hinos anti-religião.
Vindos de conjuntos inexpressivos do interior da Inglaterra, Cronos, Mantas e Abaddon abalaram as estruturas da música pesada com seu disco "Welcome To Hell", lançado pela Neat Records. A despreocupação com a parte técnica também foi uma marca registrada nos primeiros anos, em que "Possessed" e "At War With Satan" consagraram o Venom como um dos mais originais grupos da década.

Influência para Metallica, Sepultura e Krisiun, por exemplo, o trio nunca chegou a ter vendagens magníficas, mas arregimentou uma legião de fãs fiéis que acompanham sua trajetória até hoje. As letras satanistas foram encaradas com seriedade por alguns e como parte essencial do tom debochado que a banda sempre ostentou por outros.
Mantas deixou o Venom pouco antes da histórica tour pela América do Sul, em 1986. Dois guitarristas foram contratados para substituí-lo e o Brasil foi um dos primeiros países a ver a line-up formada por quatro integrantes. A excursão acabou sendo decisiva para a criação de uma cena headbanger no país, que ainda vivia a ressaca do primeiro Rock In Rio.

Desde o seu início, o Venom foi um dos grupos mais prejudicados pela pirataria de discos. Incontáveis álbuns passaram a ser facilmente encontrados com registros dos brilhantes shows de Cronos e seus companheiros. Mantas acabou retornando para casa alguns anos depois, e a discografia se extendeu com algumas coletâneas e um duplo ao vivo, "Eine Kleine Nachtmusik", além de outros álbuns essenciais para os colecionadores, como "Temples Of Ice" e "Prime Evil", por exemplo.

Com o passar do tempo, o Venom tornou-se uma verdadeira lenda, que resistiu à saída do carismático baterista Abaddon, aos projetos solo de Cronos e Mantas, que não tiveram uma recepção muito calorosa por parte dos fãs, e até a um precoce fim. Seu público manteve-se ligado e sempre aguardando novos trabalhos.
Em 2000 surgiu a grande notícia: o Venom estava vivo e pulsante. O disco "Ressurrection" trouxe uma formação renovada com a presença de Antonn na bateria. Um músico muito técnico e que injetou uma nova dose de energia na banda. Mais pesado, extremamente bem tocado, o som do Venom ganhou contornos modernos mas sem perder suas características.


O baterista da banda, Antony "Antton" Lant que anunciou sua saída.


Em maio deste ano, a banda britânica de Black Metal apresentou seu novo baterista, Danté. A banda nos últimos meses andou a procura de um novo baterista e finalmente fez sua escolha.
"Tivemos uma resposta fantástica", explicou Cronos, "havia muitos grandes bateristas para escolher, mas no final do dia eu não estava procurando por alguém que simplesmente tocaria as músicas, queria alguém que realmente estivesse com muita vontade de estar na banda por todos os motivos corretos, e Danté tem todas as qualificações necessárias".
O VENOM também agradeceu a todos os bateristas que foram aos testes, além de todos os outros que enviaram vídeos, CDs, etc. A banda se encontra no momento em ensaios com o novo baterista e irá gravar novas demos para o próximo álbum nas semanas que seguirão, além de planejar futuros shows.
DISCOGRAFIA
(por enquanto sem download)
Welcome To Hell (1981)
Black Metal (1982)
At War With Satan (1983)
Doomed To Hell (1984)
Possessed (1985)
American Assault EP (1985)
Canadian Assault EP (1985)
French Assault EP (1986)
The Singles 1980-1986 (1986)
Calm Before the Storm (1987)
Eine Kleine Nachtmusik (1987)
Prime Evil (1989)
Tear Your Soul Apart EP (1990)
Temples of Ice (1991)
The Book Of Armageddon (Best Of) (1992)
The Waste Lands (1992)
Kissing the Beast (1993)
Skeletons in the Closet (1993)
Old, New, Borrowed and Blue (1994)
Venom ' 96 (1996)
Cast in Stone (1997)
Resurrection (2000)
Metal Black (2006)
Hell (2008)

(Fonte: http://whiplash.net / Century Media/ wikipedia)

O TETRAGRAMMATON


"Para que compreendamos o que significa o Tetragrammaton é necessário, antes de tudo, definir acrônimo. A palavra acrônimo tem origem no grego (akron = extremidade + onymo = nome) e significa o conjunto de letras, pronunciado como uma palavra, formado a partir das letras iniciais (ou de sílabas) de palavras sucessivas que constituem uma denominação. Por exemplo, a sigla NASA (National Aeronautics and Space Administration) é um acrônimo.
Dessa forma, a palavra Tetragrama tem origem no grego (tetra = quatro + gramma = letra) e significa a expressão escrita, constituída de quatro letras ou sinais gráficos, destinada a representar uma palavra, acrônimo, abreviatura, sigla ou a pauta musical de quatro linhas do canto-chão.
Acredita-se que o Tetragrama hebraico designa o nome pessoal do "Deus de Israel", como foi originalmente escrito e encontrado na Torah, o primeiro livro do Pentateuco. Este tetragrama varia como YHWH, JHVH, JHWH e YHVH. Em algumas obras, especialmente no Antigo Testamento escrito em sua maioria em hebraico com partes em aramaico, o Tetragrama surge mais de 6 mil vezes (de forma isolada ou em conjunção com outro nome divino).Se considerarmos que as letras de um alfabeto nada mais são que sinais gráficos, o Tetragrama, em sua representação gráfica, conhecido como Tetragrammaton, é uma complexa combinação de letras do alfabeto hebraico, grego e latino, associados a diversos símbolos conhecidos no ocultismo. Nele encontra-se o pentagrama entrelaçado, símbolos zodiacais, algarismos e formas geométricas, entre outras representações.No ocultismo, incluindo suas diversas ramificações, o Tetragrammaton desempenha uma função muito importante, sendo usado em rituais e invocações e na forma de talismãs. Os ocultistas interpretam o Tetragrammaton e outros símbolos cabalísticos nele contidos, como poderosos signos mágicos, capazes de potencializarem rituais abrindo as portas da consciência humana.

Acompanhe a descrição de alguns elementos do Tetragrammaton:

1- O pentagrama assume diversos significados de acordo com o contexto em que é encontrado. Neste caso, é a base do Tetragrammaton. Assim, podemos interpretá-lo como símbolo do "Homem Realizado". Isto é, uma representação da entidade humana evoluída em todos os estágios espirituais.

2- No ângulo superior do Pentagrama, encontramos "Os olhos do Pai" e a representação do planeta Júpiter. Uma alusão aos olhos do Criador, o espírito, o poder que coordena tudo e todos.

3- Nos "braços" do Tetragrammaton encontra-se o símbolo astrológico e zodiacal do planeta Marte, representando a Força, ou a Energia pura da criação.

4- Nos ângulos inferiores está a representação astrológica e zodiacal do planeta Saturno. É um dos principais símbolos usados na Magia, representando os mestres que anularam o próprio ego e as falhas inerentes ao ser humano, atingindo assim, a perfeição.

5- Posicionados nas linhas verticais do Pentagrama, próximos ao centro da figura, o Sol e a Lua fazem referência aos pólos femininos e masculinos da criação, contidos em todos os organismos, incluindo o Microcosmos e o Macrocosmos.

6- Mercúrio e Vênus. Estes símbolos são amplamente encontrados na literatura alquímica e são representações astrológicas e zodiacais destes planetas. Localizados sobrepostos no centro da figura, referem-se à união dos pólos de onde surgirá o Caduceu de Mercúrio.

7- O Caduceu de Mercúrio é o símbolo alquímico da transmutação. Associado aos símbolos superiores de Mercúrio e Vênus, refere-se à criatura, ou seja, o resultado da união entre os pólos feminino e masculino, entre as forças lunares e solares, e o ponto de equilíbrio entre eles. Por estar localizado no centro da figura, também pode ser interpretado como a "coluna vertebral", ou, Kundalini, responsável pela união da energia sexual entre as polaridades.

8- Jehova (lê-se da direita para a esquerda), sendo mais uma das várias alusões ao "Nome de Deus".

9- Alfa e Omega são, respectivamente, a primeira e última letra do alfabeto grego. Esta é uma referência ao princípio e fim de todas as coisas. Alfa está abaixo dos "Olhos do Pai". Omega encontra-se invertido, na base do Caduceu de Mercúrio. Isto pode significar o caldeirão utilizado pelos alquimistas, ou ainda, o caldeirão (útero) da Deusa, para alguns ocultistas.

10- Localizados fora do pentagrama, os números 1 e 2 são referências à bipolaridade; isto é, uma representação de que todas as coisas possuem dois lados. Seguindo este conceito, podemos também compreendê-los como outra manifestação dos pólos masculino e feminino, início e fim, bem e mal, entre outros.

11- Logos é uma palavra grega que significa razão, mas também é interpretada como "fonte de idéias" e "verbo divino". Associado ao Tetragrammaton, os números 1, 2 e 3 representam respectiva-mente o Pai, a Mãe e o Filho. Também pode ser interpretado como a Tríade do Cristianismo (Pai, Filho e Espírito Santo) ou como o triângulo, amplamente encontrado nas tradições esotéricas.

12- O cálice significa o pólo feminino da criação. Na alquimia é utilizado para representar o elemento Água.

13- A "espada de fogo", dentro do contexto alquímico, representa o próprio elemento fogo. Porém, associado ao Tetragrammaton, assume o papel do pólo masculino e do pênis, símbolo de fertilidade entre as antigas tradições.

14- Báculo é o bastão comumente usado por Magos. Está dividido em sete escalas representando os estágios de evolução. Na alquimia está relacionado ao elemento Terra.

15- O hexágono do Mago representa o domínio do espírito sobre a matéria. Na alquimia está relacionado ao elemento Ar.

Não é possível definir apenas uma relação entre os vários símbolos que compõem o Tetragrammaton e tampouco uma finalidade específica desse conjunto. Seus sinais transitam entre correntes tão distantes que a interpretação, em certos casos, chega a ser paradoxal.Se observarmos estas combinações simbólicas através do ângulo alquímico, teremos um determinado resultado. Porém, se analisado através dos conceitos astrológicos, por exemplo, a conclusão poderá ser totalmente distinta. Assim, a atenção e perspicácia do observador tornam-se fundamentais para decifrar o Tetragrammaton, um dos mais antigos e poderosos símbolos da espiritualidade humana."

(Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070708235458AAYuMdg)

domingo, 17 de maio de 2009

13th Floor Elevators



Os 13th Floor Elevators tocavam rock psicodélico e se uniram no final de 1965 em Austin, Texas. A formação clássica da banda era Roky Erickson (vocal/guitarra), Tomy Hall (jarro amplificado), Stacy Sutherland (guitarra), John Ike Walton (bateria) e Ronnie Leatherman (baixo)com vários contribuidores esporádicos. Erickson e Hall escreviam a maioria das músicas, e o som do jarro amplificado de Hall se tornaria a assinatura e marca registrada da banda. O primeiro álbum saiu em 1966, “Pshychedelic Sounds of The 13th Floor Elevators”, um clássico do rock de garagem. Em Julho de 1967, Walton e Leatherman saíram da banda e foram substituídos por Danny Thomas (bateria) e Dan Galindo (baixo). Com essa formação, os Elevators gravaram o seu segundo álbum “Easter Everywhere”. Em 1968 sai o “Live”, disco ao vivo. Ronnie Leatherman volta então para o quarto e último álbum, “Bull of the Woods”.

O The 13th Floor Elevators, liderados por Roky Erickson, eram insanos e arruaceiros. Se tornaram um “orgulho texano. Sua dissolução foi em meio à problemas legais e uso abusivo de drogas, isso porque Roky Erickson tomou mais drogas do que Syd Barret e Brian Jones juntos! Deixava os amplificadores de sua garagem de ensaios ligados no pico por horas a fio, só pra ouvir a microfonia sem parar, infernizando os vizinhos. Era constantemente preso pela polícia do Texas, fora internado num manicômio para loucos da pior espécie, e tratado com eletrochoques, deixava os vários televisores de sua casa ligados fora do ar, todos juntos, para captar as mensagens vindas dos marcianos. Roky Erickson provavelmente já havia sido abduzido e trazido de volta à Terra pelos ET’s muitas vezes.
Pessoalmente, eu prefiro a última história. Uma série de lendas correu o mundo já sobre a figura de Roky Erickson, um ícone do rock de garagem fuleiro (?) que o mundo esqueceu. O pior de tudo: 90% de todas estas estórias absurdas são a mais pura verdade.
Não há como falar nos Thirteenth Floor Elevators sem tocar no assunto Roky Erickson – o seu líder e componente principal, o cantor que, durante décadas, foi incensado nos quartos escuros e garagens vagabundas de todo garotinho que, algum dia, teve a ousadia de se perder nos sons dourados da psicodelia torta e barata das bandinhas americanas de rock da última metade dos anos 60. Por todo esse vigor e essa economia de recursos mesmo é que elas desenvolveram um gênero no rock que só muitos anos depois seria devidamente apreciado e receberia verdadeira atenção: o garage rock. Mas aquilo que, muitos anos antes do movimento punk acontecer, estava predestinado a ser a luz-guia de gente como Johnny Rotten e Joey Ramone – esse tal de rock de garagem americano -, flertava com uma lisergia das mais pesadas, e teria em Roky Erickson, muito provavelmente, seu expoente máximo. Os Thirteenth Floor Elevators formavam, junto a outras quatro bandas, aquilo que eu gosto de chamar de “o quinteto sagrado” do rock de garagem sessentista. Blues Magoos, The Seeds, Chocolate Watch Band e Strawberry Alarm Clock, na minha opinião, são o que de mais louco e agressivo a fase 1965-1968 do rock ianque conseguiu produzir. Sei que muita gente, também, gostaria de acrescentar os imorais The Sonics à lista, de hits abusados como “The Witch” e “Strychnine”. Gente despirocada e criativa, que ia muito além dos limites impostos pela psicodelia de bandas britânicas que haviam recém invadido a América, como os Beatles, Stones, Animals e Yardbirds. O que eles faziam era catar o som desse pessoal, aumentar quase tudo ao máximo, e acrescentar um toque muito pessoal de ousadia e sacanagem, fosse nas letras ou nas sinuosas viradas de ritmo. Como consequência, tiveram poucos sucessos na lista dos mais vendidos – não eram considerados tão “originais” quanto medalhões americanos da época, como The Byrds, Doors ou Buffalo Springfield. Mas, mesmo regurgitando aquele sonzinho inglês do blues, que havia por sua vez sido inspirado no próprio rockinho americano dos anos 50, da forma mais primal e extravagente possível, devolveram aos EUA um pouco do orgulho de serem os legítimos pais da criança que até hoje jovens de todo o mundo amam adorar.

De toda essa galera, entretanto, como eu já disse, acho que os Thirteenth Floor Elevators eram os expoentes máximos. Por que? Por causa de todas as circunstâncias adversas que rondavam a trajetória dos garotos, e por causa de sua inventividade e extrema cara-de-pau em serem, como eles mesmos se proclamavam em início de carreira, a única verdadeira “banda de rock do Texas”. Que loucura... Imaginar que lá nos cafundós de uma das regiões mais caipiras do Tio Sam, terra de cowboys e música country, cinco lunáticos se reuniram para fazer rythim n’ blues pauleira com letras centradas em experiências astrais de ascensão espiritual (através da erva, diga-se de passagem) e viagens de discos voadores. O grupo era composto por Roky Erickson, um jovem de apenas 17 anos egresso do grupo The Spades, Stacy Sutherland (guitarra), Benny Thurman (baixo), John Walker (bateria), e o membro fundador Tommy Hall – um porra-louca estudante de filosofia da Universidade de Austin e “irmão de ácido” de Roky, que, metido em experiências com novos instrumentos musicais, havia inventado o grande lance que destacou a sonoridade dos Elevators dentre os outros grupos de sua época: um jug elétrico, que lembrava aquelas máquinas de barulho pulsante das naves em filmes de ficção científica, e espargia seus ruídos estelares durante as execuções das músicas do grupo.


O próprio nome do grupo era uma afronta às instituições americanas mais conservadoras, e uma de suas grandes fobias: o medo do número 13, inclusive no concernente a andares de prédios. Em muitas cidades dos EUA, os edifícios sempre evitaram o andar 13, que era comumente fechado e abandonado, pois dificilmente havia moradores dispostos a enfrentar tal superstição. O nome da banda, entretanto, era Thirteenth Floor Elevators, ou seja, os Elevadores para o Décimo-Terceiro Andar! Era pura ousadia, ainda mais se você julgar que estamos falando duma época de conservadorismo, os anos 60. No entanto, como aquela foi uma década de quebra de tabus também, nada mal o surgimento de Erickson e sua gangue.
Assim que começaram a arrepiar a vizinhança das garagens onde ensaiavam, eles saíram para as primeiras festinhas e bailinhos, já fazendo covers azeitadas dos grupos ingleses, como Rolling Stones e Kinks. Logo, Erickson desenvolveria um estilo muito pessoal de cantar, aprendendo tudo de improviso mesmo: a voz adolescente e escrachada emulava aquilo que um crítico americano, uma vez, chamou de “a versão capenga de Mick Jagger”.
Logo, portanto, chamaram a atenção do prestimoso e bom observador Denny Zeitler, dono da Independent Music Sales, uma pequena gravadora de San Francisco – que, naquele outono de 1966, já se preparava para o que viria a ser o mágico Verão das Flores de 1967, que daria pontapé ao movimento hippie. Em uma visita ao Texas, ouve falar da bandinha de Erickson e foi conferir. Resultado: soube enxergar o potencial do grupo e os contratou para o single de uma música que vinha do repertório do grupo anterior de Erickson, e que os Elevators tocavam nos shows, levando a platéia ao delírio: “You’re Gonna Miss Me”. Essa composição do próprio Erickson, produzida por Gordon Bynum, flertava perigosamente com a surf music de Los Angeles e o som dos Animals e Stones, beirando a piração total e ainda adicionando um solo de gaita alucinado em meio a tanta barulheira. Acabaria sendo o único verdadeiro hit dos esquecidos Elevators, atingindo o 3.º lugar da parada nacional naquele ano.
O êxito do compacto, alavancado pela ajuda de vários amigos radialistas que iam do interior até a Costa Oeste americana – formando uma verdadeira rede de execução que ajudou a música a se tornar um sucesso - motivaria a International Records, de Houston, Texas, a comprar a banda e bancar a produção do seu primeiro LP, produzido pelo novato Lelan Rogers – irmão do (pasmem!) cantor country Kenny Rogers. É essa obscura obra-prima, empoeirada no sótão das esquisitices rock, que analisamos aqui.
O disco abre com o hit “You’re Gonna Miss Me”, na mesma versão lançada em compacto – mas que dá somente uma esparsa idéia do banho de ácido e loucura que vem depois. A produção totalmente tosca – com certeza uma das piores já realizadas na história do rock! - não impede que o ouvinte deleite o verdadeiro mundo bizarro e esquizofrênico de alucinações que sai da mente de Erickson e do som de sua banda.
“Roller Coaster”, que vem depois, é uma pérola magnética, em andamento vertiginoso, que embarca o ouvinte em uma viagem encharcada de narguilé indiano pela montanha-russa do descobrimento interior. A capa multi-colorida, junto ao encarte original do álbum, trazem uma enigmática figura que reflete tudo isso e a concepção original do rock piscodélico segundo Erickson: é quando, como ele mesmo dizia, “a pirâmide encontra o olho”. Em meio a um riff de guitarra super marginal e um crescendo ensandecido, ouvem-se os gritinhos esganiçados de Erickson e o jug ensandecido de Tommy Hall emoldurando a loucura sonora. Já “Splash (Now I’m Home)” é uma das mais belas baladas que o rock psicodélico dos anos 60 já urdiu, reflexiva e bucólica, exaltando um encontro com a “consciência superior”.
Músicas como “Fire Engine” e “Reverberation”, por sua vez, estão envoltas em uma tensão rítmica pulsante e sempre em ebulição, especialmente a última, com o seu refrãozinho grudento. Já “You Don’t Know”, “Monkey Island” e “Tried to Hide” visitam parâmetros do rythim n’ blues já há muito esquecidos, reconduzindo-os à realidade do LSD e dos experimentalismos sonoros de leves pinceladas folk, com uma batida simplesmente atmosférica. Outra faixa mais lenta do disco, “Kingdom of Heaven”, talvez seja uma das melhores músicas de Erickson em todos os tempos – diante da introdução de guitarra mais espacial e alienígena já criada que dá entrada a uma letra pra lá de etérea (prova inconteste dos contatos de Erickson com seres cósmicos!), o cantor filosofa sobre os mistérios da reinterpretação do homem sobre a imagem bíblica de Deus, levado por um rito cadenciado de baixo, bateria e jug, lisérgico à última potência. “...And the kingdom of heaven is within’ you” (...E o reino dos céus está dentro de você”) é a revelação que Erickson despeja sobre ouvidos desavisados.
The Psychedelic Sounds of 13th Floor Elevators não vendeu quase nada, foi um fracasso comercial retumbante, e condenou Roky Erickson e seu grupo a fazerem shows vagabundos pelos cafundós do Texas e de outras cidades americanas pelo resto de sua carreira. Nas áreas centrais do psicodelismo americano (como Los Angeles e San Francisco), a banda nunca mais atingiu o êxito esperado após o sucesso do primeiro single. Com algum esforço, entretanto, ainda viriam a gravar mais dois álbuns de estúdio – Easter Everywhere (1967), com uma produção bem melhor, e o sensacional último álbum, Bull of the Woods (1968) - antes de desaparecerem por completo. Erickson, assim como outros grandes heróis do rock sessentista, chafurdaria feio em seus próprios vícios e pirações, sendo preso um pouco antes do lançamento do último LP, por posse de maconha. Apareceria alguns bons anos depois, já velho e barbudo, em algumas publicações sensacionalistas americanas, que o apontavam como “o lunático líder de uma banda dos anos 60 que gosta de se trancafiar em casa com televisores fora do ar no último volume para fazer contato com marcianos”. Surgiram daí também os boatos, confirmados, de que o cantor havia passado uma boa temporada, durante os anos 70, internado em um manicômio de Houston, recebendo tratamento de eletrochoque para se livrar das drogas. Reza a lenda que, para seu azar, havia sido “instruído” por um advogado a alegar que tinha distúrbio mental para escapar de uma pesada pena como traficante, quando de sua prisão. Daí ele foi mandado para o Rusk State Hospital, onde ficou por cinco anos recebendo descarga elétrica nos miolos e no saco. Grande cura eles operaram no cara... Apesar de todos esses percalços, Erickson ainda reuniu forças para, ao sair de lá, em 1975, editar um belo livro de poesias e montar a banda Roky Erickson & The Aliens. Um verdadeiro sobrevivente, sem dúvida.
Quando o mundo redescobriu, nos anos 80 e 90, o mundo mágico do rock psicodélico americano, época de renascimento do interesse por Jim Morrison e seus Doors, Jimi Hendrix e vários outros, muitos outros grupos foram arrastados a rodo por essa onda, sendo os Thirteenth Floor Elevators um deles. Venderam mais discos, repletos de raridades, e coletâneas, em formato CD, do que jamais venderam em vinil nos anos 60, durante a época em que existiam. Somente a partir de então Roky Erickson e sua obra brilhante, vanguardista, extremamente mal gravada e divulgada, foram redescobertos. Shine on you crazy diamond !
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sábado, 2 de maio de 2009

SAMHAIN

Hemisfério Norte: 31 de Outubro

Hemisfério Sul: 1 de Maio


Nesta sexta, 1 de maio, foi comemorado o Samhain, também chamado de Halloween, Hallowmas, Véspera de Todos os Sagrados, Véspera de Todos os Santos, Festival dos Mortos e Terceiro Festival da Colheita, que é o mais importante dos oito Sabbats dos Bruxos. Como Halloween, é um dos mais conhecidos de todos os Sabbats fora da comunidade wiccana e o mais mal-interpretado e temido.

Samhain celebra o final do Verão, governado pela Deusa. (O nome Samhain significa "Final do Verão".)Samhain é também o antigo Ano Novo celta / druida, o início da estação da cidra, um rito solene e o festival dos mortos. é o momento em que os espíritos dos seres amados e dos amigos já falecidos devem ser honrados. Houve uma época na história em que muitos acreditavam que era a noite em que os mortos retornavam para passear entre os vivos. A noite de Samhain é o momento ideal para fazer contato e receber mensagens do mundo dos espíritos.


A versão cristã do Samhain é o Dia de Todos os Santos (1o de novembro), que foi introduzido pelo Papa Bonifácio IV, no século VII, para substituir o festival pagão. O Dia dos Mortos (que cai a 2 de novembro) é outra adaptação cristã ao antigo Festival dos Mortos, é observado pela Igreja Católica Romana como um dia sagrado de preces pelas almas do purgatório.



Em várias regiões da Inglaterra acredita-se que os fantasmas de todas as pessoas destinadas a morrer naquele ano podem ser vistos andando entre as sepulturas à meia-noite de Samhain. Pensava-se que alguns fantasmas tinham natureza má e, para proteção, faziam-se lanternas de abóboras com faces horrendas e iluminadas, que eram carregadas como lanternas para afastar os espíritos malévolos. Na Escócia, as tradicionais lanternas Hallows eram esculpidas em nabos.Um antigo costume de Samhain na Bélgica era o preparo de "Bolos para os Mortos" especiais (bolos ou bolinhos brancos e pequenos). Comia-se um bolo para cada espírito de acordo com a crença de que quanto mais bolos alguém comesse, mais os mortos o abençoariam.

Outro antigo costume de Samhain era acender um fogo no forno de casa, que deveria queimar continuamente até o primeiro dia da Primavera seguinte. Eram também acesas, ao pôr-do-sol, grandes fogueiras no cume dos morros em honra aos antigos deuses e deusas, e para guiar as almas dos mortos aos seus parentes.Era no Samhain que os druidas marcavam o seu gado e acasalavam as ovelhas para a Primavera seguinte. O excesso da criação era sacrificado às deidades da fertilidade, e queimavam-se efígies de vime de pessoas e cavalos, como oferendas sacrificiais. Diz-se que acender uma vela de cor laranja à meia-noite no Samhain e deixá-la queimar até o nascer do sol traz boa sorte; entretanto, de acordo com uma lenda antiga, a má sorte cairá sobre todo aquele que fizer pão nesse dia ou viajar após o pôr-do-sol.

As artes divinatórias, como a observação de bola de cristal e o jogo de runas, na noite mágica de Samhain, são tradições wiccanas, assim como ficar diante de um espelho e fazer um pedido secreto.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat Samhain são maçãs, tortas de abóbora, avelãs, Bolos para os Mortos, milho, sonhos e bolos de amoras silvestres, cerveja, sidra e chás de ervas.


AO VENTRE DA DEUSA MãE RETORNA AGORA O DEUS, ATé O DIA EM QUE NOVAMENTE RENASCERá. A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. O CICLO DAS ESTAçõES NãO TERMINA NUNCA. ABENçOADAS SEJAM AS ALMAS DAQUELES QUE VIAJARAM ALéM PARA O MUNDO ESCURO DOS MORTOS. EU DERRAMO ESTE NéCTAR EM HONRA à SUA MEMóRIA. QUE A DEUSA OS ABENçOE COM LUZ, BELEZA E ALEGRIA. ABENçOADOS SEJAM!
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terça-feira, 24 de março de 2009

SLIPKNOT - Biografia e Discografia




Formação atual:
#0 - Sid Wilson - DJ
#1 - Joey Jordison - bateria
#2 - Paul Gray - Baixo
#3 - Chris Fehn - Percussão e Vocal de apoio
#4 - James Root - Guitarra
#5 - Craig Jones - Sampler e Teclado (música)
#6 - Shawn Crahan - Percussão e Vocal de apoio
#7 - Mick Thomson - Guitarra
#8 - Corey Taylor - Vocal





A História

No final dos anos 90, nove moradores da cidade de Des Moines, capital do estado de Iowa, se encontram e formam a banda Slipknot.
Com influências de Black Sabbath, Slayer e Sepultura, a banda pegou carona no estouro das bandas de Nu-Metal pós-Korn, e ganhando destaque, devido a incrível capacidade musical e também a aparência dos integrantes, trajados de máscaras horripilantes, que os críticos achavam ridículas, e macacões industriais. Além disso, a banda desde o início deu o “carinhoso” apelido de maggots (vermes) aos fãs.

As letras da banda sempre foram sombrias, raivosas e melancólicas, o que caiu como uma luva no mercado musical da época. Estava surgindo o fenômeno Slipknot!
Sid Wilson, DJ (número 0), Joey Jordison, bateria (número 1), Paul Grey, baixo (número 2), Chris Fehn, percussão (número 3), James Root, guitarra (número 4), Craig Jones, programador (número 5), Shawn “Clown” Crahan, percussão (número 6), Mick Thompson, guitarra (número 7) e o vocalista, Corey Taylor (número 8).


A banda lançou seu primeiro trabalho em 1996, o tão cobiçado por todos os maggots do mundo: Mate.Feed.Kill.Repeat, raríssimo nos dias de hoje, graças a sua reduzida prensagem. Como o cenário musical de Des Moines era altamente monótono, a banda começou a ganhar uma certa fama na área. Após o interesse de algumas gravadoras, os caras acabaram tendo seu primeiro álbum distribuído por uma gravadora independente do estado de Nebraska chamada -ismist, com isso trazendo a atenção da major Roadrunner Records, que acabou por contratá-los e até hoje distribui os álbuns da banda.
O primeiro álbum na Roadrunner é o ótimo Slipknot, que elevou a banda a um novo patamar, onde somente bandas grandes estão. Produzido por Ross Robinson, este cd é considerado por muitos, um dos melhores na área do Metal e do Rock pesado em geral. Após o lançamento, a banda fez shows incessantemente para conseguir arrebatar mais “maggots”. Este número grande de shows culminou na apresentação do grupo no Summer Ozzfest, onde tocaram para um numero bem maior de pessoas e conseguiram um grande número de fãs. Por falar em shows, os do Slipknot causaram e ainda causam furor, graças a forte energia que a banda imprime no palco! Sem contar que musicalmente todos os integrantes são muito bons, acima da média.
Com o tocar nas rádios dos singles “Wait And Bleed” e “Spit It out”, o grupo ganhou ainda mais espaço na mídia, porém o sucesso do Slipknot aconteceu em maior parte devido à boca-a-boca e a grande quantidade de shows. E na primavera americana de 2000, o álbum Slipknot (self-title) virou disco de platina, o primeiro disco platinado da Roadrunner, tornando a banda o ícone maior da gravadora.


Por causa do grande sucesso de seu disco homônimo, a segundo projeto do grupo era muitíssimo aguardada no meio musical. Porém, Iowa, o segundo disco do Slipknot, não agradou a todos e também não estreou em primeiro lugar na Billboard como esperado. Apesar de ter estreado em terceiro, e ter recebido criticas positivas por parte dos fãs, Iowa realmente não decolou. Depois de uma outra leva de shows e mais uma apresentação no Ozzfest, a banda deu um tempo em suas atividades para não causar muita superexposição, e também porque o grupo estava cansado das intermináveis tours. Durante esta folga do Slipknot, seus integrantes tiveram mais tempo para tocar seus projetos paralelos e atuar em outras áreas. O grupo criou seu próprio selo, a Maggot Recordings, e teve como primeira aquisição à banda Downthesun. Enquanto Jim Root e Mick Thompson trabalhavam em material solo, e Sid Wilson trabalhava debaixo do nome fantasia DJ Star Scream, Joey Jordison (atuando como guitarrista) trabalhava com um grupo chamado The Rejects e Corey Taylor iniciou uma banda intitulada Superego. Corey também contribuiu para a trilha sonora do blockbuster Homem-Aranha com uma canção solo, “Bother”. No verão americano de 2002, Joey se juntou ao guitarrista da fraca banda Static-X, Tripp Eisner, para formar o Murderdolls. Corey na mesma época reformulou sua antiga banda, Stone Sour, e lançou um ótimo álbum, aclamado pela crítica e até por aqueles que odiavam o Slipknot.



Porém o clima não era tão amistoso e fresco assim nas “férias” do grupo.Taylor afirmou no site oficial da banda que seus integrantes não se falavam há meses, e que seria melhor que cada um tomasse seu rumo.
Rolaram boatos que o Slipknot estava no fim, o que preocupou os fãs da banda, mas o vocalista Corey Taylor tratou de desmentir tudo isso e prometeu que um novo álbum estava à caminho, e em maio de 2004 é lançado o terceiro álbum do grupo, o tão elogiado Vol. 3: (The Subliminal Verses), esse novo álbum apresentou um novo Slipknot, com novas máscaras e um som ainda mais atrativo, o álbum não foi muito recebido pelos velhos fãs da banda, acusando os integrantes de terem se vendido tocando músicas mais calmas e no violão como "Circle e Vermilion Pt.2", o fato é que o Slipknot se tornou ainda mais popular, a banda mostrou que têm técnica e fazendo turnês arrebatadoras, o Slipknot se tornou uma das mais bem sucedidas bandas de metal do mundo.


No dia 26 de Agosto de 2008 lançou o aguardado 4º álbum da banda intitulado de All Hope Is Gone. Seu primeiro single que chama Psychosocial, que cujo clipe foi lançado dia 18 de julho, já é sucesso.

"All Hope Is Gone", com uma brutalidade musical única, veio pra calar a boca de muitos que disseram que os Slipknot estão "demasiado" comerciais.



Discografia



Mate.Feed.Kill.Repeat
Data de Lançamento: 31 de Outubro de 1996
Produzido Por: Sean Mcmahon e Slipknot
Gravado: SR Audio Des Moines IOWA
Formato: Compact Disc & Vinyl (vinyl não-oficial)
CD Barcode: 742617000027

Músicas:
1.Slipknot
2.Gently
3.Do Nothing/Bitchslap
4.Only One
5.Tattered & Torn
6.Confessions
7.Some Feel
8.Killers Are Quiet
9.*Dogfish Rising (música escondida)

Slipknot [Self-Title]
Data de Lançamento: 29 de Junho de 1999
Produzido Por: Ross Robinson e Co-Produzido por Slipknot
Gravadora: Roadrunner Records
Gravado em: Indigo Ranch in Malibu,California.
Formato: Compact Disc, Cassette e VinylCD
Barcode: 016861865528
Músicas:
1.742617000027
2.(sic)
3.Eyeless
4.Wait & Bleed
5.Surfacing
6.Spit it Out
7.Tattered & Torn
8.Me Inside
9.Liberate
10.Prosthetics
11.No Life
12.Diluted
13.Only One
14.Scissors
15.Eeyore (música escondida)





IOWA
Data de Lançamento: 28 de Agosto de 2001
Produzido por: Ross Robinson e Co-Produzido por Slipknot
Gravadora: Roadrunner Records
Gravado em: At Sound City, Van Nuys, CA & Sound Image, Van Nuys, CA
Formato: Compact Disc, Cassette e Vinyl
CD Barcode: 8714221006209

Músicas:
1.515
2.People = Shit
3.Disasterpiece
4.My Plague
5.Everything Ends
6.The Heretic Anthem
7.Gently
8.Left Behind
9.The Shape
10.I Am Hated
11.Skin Ticket
12.New Abortion
13.Metabolic
14.IOWA

http://www.4shared.com/file/74151780/d9e60842/Slipknot_-_Iowa.html





Vol.3: The Subliminal Verses
Data de Lançamento: 25 de Maio de 2004
Produzido Por: Rick RubinGravadora: Roadrunner Records
Gravado em: The Houdini Mansion em Laurel Canyon, Los Angeles, CA. Akadamie Mathematique of Philosophical Sound Research, Los Angeles, CA and Sound City, Los Angeles, CA.
Formato: Compact Disc, Cassette e Vinyl
CD Barcode: 01686183882

Músicas:
1. Prelude 3.
2. The Blister Exists
3. Three Nil
4. Duality
5. The Opium of the People
6 .Circle
7. Welcome
8. Vermilion
9. Pulse of the Maggots
10. Before I Forget
11. Vermilion pt. 2
12. The Nameless
13. The Virus of Life
14. Danger - Keep away

http://www.4shared.com/file/74141855/2a1eec0d/Slipknot_-_Vol_3_The_Subliminal_Verses.html




9.0:Live
Data de Lançamento: 01 de Novembro de 2005
Produzido Por: Rick RubinGravadora: Roadrunner Records
Formato: Compact Disc e Cassette



Músicas:
CD1
1. The Blister Exists [Live]
2. (sic) [Live]
3. Disasterpiece [Live]
4. Before I Forget [Live]
5. Left Behind [Live]
6. Liberate [Live]
7. Vermilion [Live]
8. Pulse Of The Maggots [Live]
9. Purity [Live]
10. Eyeless [Live]
11. Drum Solo [Live]
12. Eeyore [Live]

CD2
1. Three Nil [Live]
2. The Nameless [Live]
3. Skin Ticket [Live]
4. Everything Ends [Live]
5. Iowa [Live]
6. The Heretic Anthem [Live]
7. Duality [Live]
8. Spit It Out [Live]
9. People = Shit [Live]
10. Get This [Live]
11. Wait And Bleed [Live]
12. Surfacing [Live]




All Hope Is Gone
Data de Lançamento: 26 de Agosto de 2008
Produzido Por: Dave FortmanGravadora: Roadrunner Records
Gravado em: Studio Farm, Iowa
Formato: Compact Disc


Músicas:
01. .execute.
02. Gematria (The Killing Name)
03. Sulfur
04. Psychosocial
05. Dead Memories
06. Vendetta
07. Butcher's Hook
08. Gehenna
09. The Cold Black
10. Wherein Lies Continue
11. Snuff
12. All Hope is Gone

Faixas-Bônus:
13. Child of Burning Time (Bonus Track)
14. Til We Die (Bonus Track)
15. Vermillion Pt. 2 (Bloodstone Mix) (Bonus Track)

http://www.4shared.com/file/74148116/a5a20cb6/Slipknot_-_All_Hope_Is_Gone__2008_.html




Senha para descompactar downloads: www.usinavirtual.com










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terça-feira, 3 de março de 2009

Assino embaixo...


Ensaio: A desunião da inexistente cena metálica brasileira: Em junho do ano passado escrevi um artigo aqui nesta mesma seção dizendo que o Heavy Metal nacional ia mal, e que a culpa era das próprias bandas - as poucas relevantes estavam absolutamente capengas. Recebi em meu e-mail muitas agressões verbais e algumas manifestações ufanistas de fãs citando bandas totalmente inexpressivas, ruins e desconhecidas para me provar que o Metal brasileiro estava a todo vapor. No mesmo artigo critiquei a postura dos astros decadentes do nosso Metal, que em sua grande maioria reclama da falta de apoio dos fãs, da mídia e dos promotores [...] (Fonte: Rock Online)


Quem não tiver paciencia pra clicar e ler o resto, deixo aqui o trecho que mais gostei do texto:

"Agora, Edu Falaschi e outros músicos querem o contrário. Querem que os fãs façam todo um movimento para levá-los ao topo apelando para a “brasilidade” quando, na verdade, as bandas é que deveriam despertar novamente nos fãs a paixão por sua música. Não é nada pessoal, mas “Temple of Shadows” e “Aurora Consurgens”, por exemplo, não têm esse potencial. Esse protecionismo que as bandas de Metal reivindicam no Brasil não faz o menor sentido em mundo digital e globalizado. Parece coisa do Hugo Chavez.
O Metal nacional não precisa de união, apoio e nem da esmola que muitos estão pedindo para tentar se manter. O Metal nacional precisa de boas bandas, bons discos e músicos criativos. É como no futebol: a maioria dos dirigentes é corrupta, os estádios estão mal cuidados e a coisa toda se mantém apenas pelo talento individual de alguns jogadores. Os torcedores são muitos, mas às vezes, ao invés do campeonato brasileiro, eles preferem assistir ao campeonato inglês, alemão ou italiano. Porque eles gostam mesmo é de futebol bonito e bem jogado, seja lá de onde for. "

Falou e disse.

 
©2007 '' Por Elke di Barros